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5 características emocionais das pessoas que mais fazem dívidas. Você é uma delas?

Fazer muitas dívidas é sinal de falta de maturidade emocional. Descubra quais características individuais estão ligadas a problemas financeiros!

Características emocionais das pessoas que mais fazem dívidas.

O custo de vida está cada vez mais alto, enquanto que os salários permanecem os mesmos, ou sofrem ajustes mínimos. Para conseguir realizar sonhos, como fazer uma viagem ou comprar um objeto muito desejado, muitas pessoas fazem dívidas que não conseguem pagar, inclusive com o cartão de crédito, que tem juros altíssimos.

Assim, tornando os valores cada vez mais exorbitantes e difíceis de pagar, ocasionando estresse emocional, ansiedade e preocupações excessivas. Se você está passando por essa situação, é importante entender que tudo isso são sinais que algo não está bem internamente.

A seguir, confira as características emocionais das pessoas que mais fazem dívidas e aprenda a reverter essa situação.

1. Ansiedade

Atualmente, a rotina corrida faz com que muitas pessoas sofram de ansiedade. Alguns indivíduos se encontram em um estado de ansiedade constante, até mesmo em momentos de lazer, sempre pensando em algo que precisam fazer ou preocupados com dívidas.

Além disso, a todo instante, todos são bombardeados com diversas propagandas publicitárias, que impulsionam o consumismo desenfreado. Dessa forma, fica difícil deixar a mente leve e relaxada para focar no que realmente importa.

Vale dizer que a ansiedade prejudica a performance no trabalho e estudos, como também afeta as relações como um todo. Para evitar esse tipo de sensação é de extrema importância ter controle sobre as finanças, para não gastar além do que ganha e ficar em um estado de angústia e inquietação.

2. Impulsividade

Provavelmente você já comprou algo no impulso, até mesmo um item que não precisava. Outra situação negativa é utilizar o dinheiro de uma conta, ou gastar demais e passar apertado o resto do mês.

Todas essas atitudes estão associadas à impulsividade e falta de organização financeira. Quando as finanças estão estruturadas, esse tipo de coisa não costuma acontecer. Isso porque se tem o conhecimento das dívidas e quanto vai sobrar para gastar com outras demandas.

Além do mais, na hora da compra a paciência é uma das maiores virtudes, para que seja possível encontrar um produto no seu melhor custo benefício. Lembre-se que, ter calma e discernimento para utilizar o próprio dinheiro indica maturidade emocional e espiritual.

3. Materialismo

Claro que é importante possuir certos bens, que são úteis e impulsionam seu crescimento. Entretanto, uma pessoa muito materialista está mais preocupada em obter objetos caros por status. Dessa forma, costumam se envolver em dívidas que não são capazes de pagar, tudo para saciar seus desejos e manter um estilo de vida que seja positivo aos olhos dos outros.

Desse modo, fica evidente que ser materialista, em excesso, atrapalha o desenvolvimento espiritual e a vida financeira. Para identificar se você está muito apegado aos bens materiais, é preciso observar seus padrões de consumo com sinceridade. Somente assim você conseguirá mudar suas atitudes e encontrar equilíbrio.

4. Carência afetiva

A carência afetiva faz com que as pessoas busquem preencher seu vazio emocional e solidão com objetos. Na verdade, as campanhas publicitárias também impulsionam essa ação, uma vez que vendem a ideia de uma vida perfeita a partir da obtenção de bens materiais.

Entretanto, tudo isso torna os indivíduos cada vez mais insatisfeitos, com isso têm a tendência de consumir ainda mais produtos. Para sair desse ciclo vicioso é preciso mergulhar no autoconhecimento e compreender que esse vazio existencial existe para todos.

Por outro lado, em um mundo dual, em contraponto ao vazio está o todo. Portanto, ao conhecer e aceitar o próprio vazio, encontra-se também a conexão com o universo e tudo o que existe.

5. Competição

A sociedade atual está cada vez mais competitiva, sendo esse tipo de comportamento estimulado desde cedo, inclusive, na escola. Porém, para o crescimento individual e coletivo essa postura tende a ser extremamente negativa, uma vez que, ao se preocupar demais com a conquista dos outros, perde-se o foco nos próprios objetivos.

Pessoas com características muito competitivas podem passar a perna nos outros, para se sentirem melhores. Sendo que, tudo isso está atrelado à insegurança e insatisfação pessoal. Para evitar condutas desse tipo, faça comparações, apenas, de acordo com sua própria trajetória.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

Categorias:
Espiritualidade
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