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Já ouviu falar em Déjà Vu? Descubra o que o fenômeno revela sobre você!

O Déjà Vu é um fenômeno muito mais simples e comum do que os filmes e livros fazem parecer. Esqueça tudo o que você aprendeu e confira neste artigo o que a ciência e a espiritualidade revelam sobre o Déjà Vu.

O termo Déjà Vu é muito conhecido entre séries, filmes e livros que consumimos. Muitas vezes, no entanto, pelo bem de uma boa história, seu verdadeiro significado é… digamos, distorcido. As narrações de grandes obras precisam aumentar a dimensão deste evento, mas não significa que seja sempre assim na vida real. 

A seguir, vamos desvendar alguns segredinhos deste fenômeno tão famoso. Afinal, você já parou para pensar em o que é, de fato, o Déjà Vu?

O que é Déjà Vu de acordo com a ciência?

É claro que a resposta para esta pergunta não tem apenas uma versão. Muitos foram os pensadores que se empenharam para entender o fenômeno, como o próprio Sigmund Freud

Porém, muito além do pai da psicanálise, a sensação foi foco da pesquisa de muitos outros cientistas. A concepção mais comum é de que há uma simples falha na comunicação entre consciente e inconsciente.

Dessa falta de entendimento entre essas duas porções do cérebro humano, que pode ser causado por diversos curtos-circuitos temporários, as informações, que vão do inconsciente até o consciente, se perdem no meio do caminho. A consequência dessa pequena brecha mental é uma espécie de delay entre o que é visto e o que é entendido e, portanto, o processamento da informação vivenciada pode demorar cerca de milésimos de segundos, mas já suficientes para os efeitos daquilo que chamamos de  Déjà Vu.

Apesar disso, muitas dessas certezas mudaram assim que um rapaz chamado Akira O’Connor levantou a hipótese, posteriormente comprovada através de seus estudos, de que o cérebro humano poderia ser entendido como se fosse um computador. Sendo assim, algumas de suas funções estariam concentradas em procurar possíveis erros, como uma varredura de antivírus. Em outras palavras, o que a mente entende por inconsistência é prontamente detectado, controlado e solucionado, e é a este processo que o nome Déjà Vu é dado.

Mas espera: há alguma leitura espiritual desse fenômeno? Sim! Inclusive, os próximos tópicos estarão focados justamente na visão espiritual do Déjà Vu.

O que a espiritualidade entende por Déjà Vu?

Devemos ter sempre em mente que o pai do espiritismo, Allan Kardec, postulava o caráter imortal das nossas almas humanas, em oposição ao corpo, mortal e perecível. Para tanto, a doutrina Espírita tem como uma de suas bases a noção de reencarnação como uma possibilidade de experiência e expurgo dos nossos malfeitos nesta e em outras vidas. Sendo assim, quando temos um Déjà Vu, segundo a espiritualidade, nada mais é do que um vazamento de uma memória muito antiga, de quando sequer tínhamos o corpo que temos hoje em dia.

Portanto, podemos deduzir que há memórias de tempos imateriais ainda em nossa consciência que, vez ou outra, são acessados sem que percebamos ou tenhamos controle completamente. Quando essas pequenas informações chegam até nós, não devemos nos preocupar, afinal, estamos sempre em processo de evolução espiritual e moral, e o que ficou para trás há de ser perdoado. 

Porém, é claro que há ocasiões em que temos a sensação de Déjà Vu a respeito de algo muito positivo, como por exemplo, quando conhecemos nossa alma gêmea, ou até mesmo muitas das pessoas importantes da vida anterior – o conselho, nesses casos, é que deve-se seguir nossas intuições. Afinal, se a sensação lhe inspira paz, calma e amor, não há motivos para evitar.

Afinal, segundo os escritos de Allan Kardec : “Sim, e muitas outras que creem não se conhecerem, se reúnem e conversam. Podes ter, sem disso suspeitar, amigos em outro país. O fato de ir ver, durante o sono, os amigos, os parentes, os conhecidos, as pessoas que vos podem ser úteis, é tão frequente que o fazeis quase todas as noites”.

Para mais informações, não deixe de conferir quais são as semelhanças e as diferenças entre reencarnação e Déjà Vu. 

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

Categorias:
Espiritualidade

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demilson

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